Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

Por que o estresse engorda?

em quinta-feira, 12 de março de 2026

 
   Para entender a relação entre o cortisol e o peso, precisamos viajar no tempo. 
   Nosso corpo ainda opera com um "software" de milhares de anos atrás, projetado para a sobrevivência em ambiente hostis. 
  
  1. O cortisol: O alarme de incêndio do corpo.
  O cortisol é um hormônio produzido pelas glândulas adrenais. Sua função principal é nos preparar para uma situção de "luta ou fuga". Quando o cérebro detecta uma ameaça (seja um predador ou um prazo de entrega apertado no trabalho), o cortisol sobe para mobilizar energia rápida. 

  2. A cascata metabólica 
 Quando o cortisol entra na corrente sanguínea de forma crônica, ele desencadeia três passos principais que favorecem o ganho de peso:
  • Mobilização de glicose: O cortisol ordena que o fígado libere açúcar no sangue para que seus músculos tenham energia para "correr". Porém, como você está apenas sentado em frente ao computador, esse açúcar não é usado. 
  • O ciclo da insulina: Para lidar com esse excesso de açúcar no sangue, o corpo libera insulina, que é o hormônio de armazenamento. Ela pega esse açúcar e o estoca nas células de gosrdura. 
  • O "ímã de gordura abdominal: As células de gordura na região da barriga possuem mais receptores de cortisol do que em outras partes do corpo. Isso explica por que o estresse tende a aumentar especificamente a circurferência abdominal. 
  3. A fome seletiva (Hedônica)
  O cortisol não muda apenas como você estoca gordura, mas também o que você deseja comer. Ele desativa temporariamente o córtex pré-frontal (a parte racional do cérebro) e hiperativa a amígdala (o centro emocional, que alerta para o perigo). 
 O resultado? Você não sente vontade de comer uma salada. O cérebro pede alimentos hiperpalatáveis (ricos em açúcar e gordura), pois eles fornecem sensação imediata de conforto e "segurança" qupimica contra o estresse percebido. 

 
4. O efeito dominó: Metabolismo e Sono
  O excesso de cortisol é um inimigo do sono reparador. Sem sono de qualidade, os hormônios da saciedade e da fome entram em colapso:
  • Grelina sobe: Você sente mais fome
  • Lepdina desce: Você demora mais para se sentir satisfeito. 
   O metabolismo, sentindo que você está em "estado de emergência", começa a poupar energia. É aqui que muitas pessoas dizem: "Estou comendo pouco e malhando muito, mas não emagreço". O corpo está protegendo suas reservas para uma suposta cruse que nunca termina. 
  
  Como quebrar o ciclo?
  Tratar o ganho de peso por estresse exige uma abordagem diferenre de uma dieta comum:
  1. Regulação do sistema nervoso: Práticas que ativem o nervo vago (como respiração profunda e meditação) sinalizam ao cérebro que a "ameaça" passou. 
  2. Higiene do sono: É impossível baixar o cortisol cronicamente sem dormir bem. 
  3. Exercício inteligente: Excercícios de altíssima intensidade em momentos de pico de estresse podem, paradoxalmente, elevar ainda mais o cortisol. Às vezes, uma caminhada leve ou ioga é mais eficaz para o emagrecimento do que um treino exaustivo. 
  Resumindo:
  O corpo não engorda por "falta de vontade", mas por um protocolo de segurança biológica. Para perder peso em tempos de estresse, o segredo não é lutar contra o corpo, mas convencê-lo de que está tudo seguro. 

Eliminar de vez 15kg. Como fazer acontecer?

em quarta-feira, 4 de março de 2026

 

 
É inmportante falar sobre isso, de foema honesta e totalmente transparente. 
 Eu saí de 85kg para 70kg carregando a responsabilidade com o meu corpo e com a balança, que me acompanha diariamente como um lembrete de que eu preciso cuidar não só da estética, mas da saúde física e mental.
 Mas como eu fiz isso em quase dois anos? Você quer a versão mais honesta possível? Não foi milagroso. Não foi "secou em 7 dias". Foi estratégia + constância+ ciência básica aplicada na vida real. 
 Eu saí de 85kg para 7og fazendo três coisas muito simples — e absurdamente difíceis para quem vive no piloto automático: jejum intermitente três vezes por semana, low carb todos os dias e disciplina com água e rotina. Parece pouco, mas é exatamente aí que mora o poder. 
 Vamos começar pelo JI 
— jejum intermitente. Não é passar fome. É organizar o horário de comer. Três dias por semana eu faço protocolo como 16/8 (16 horas em jejum, 8 horas de alimentação equilibrada). Durante o jejum:
 * café sem açúcar (com adoçante);
 * chás (de preferência de efeitos calmantes e diuréticos);
 * água. Muita água.
 * Sucos naturais de frutas com adoçante.
 O objetivo não é "matar o metabolismo". É permitir que o corpo use energia armazenada. Quando você passa horas sem ingerir calorias, a inslina 
— o hormônio que armazena gordura — diminui. Com a insulina mais baixa, o corpo tem mais facilidade para acessar gordura como combustível. Isso não é mágica, é bioquímica básica. 
 Mas o jejum sozinho não sustenta resultado se você quebra ele com pão branco, doce e refrigerante. Aí entra o low carb. 
  Low carb não é zero carboidrato. É inteligência alimentar. Eu reduzi drasticamente o carboidratos simples 
— aqueles que viram açúcar no sangue muito rápido. Exemplos clássicos: pão branco, açúcar refinado, bolos, biscoitos, massas feitas com farinha branca, refrigerantes, sucos industrializados.
 No lugar disso, dei prioridade aos carboidratos complexos. Eles têm fibras, digestão mais lenta, maior saciedade e menor pico de glicose. Alguns exemplos práticos:
 * Batata-doce
 * Mandioca (com moderação)
 * Inhame
 * Arroz integral
 * Quinoa
 * Aveia
 * Lentilha
 * Grão-de-bico
 * Feijão
 * Ervilha
 * Abóbora
 * Milho
 * Pão 100% integral (de verdade, não c"colorido")
Percebe a diferença? São alimentos que alimentam de verdade. Têm fibras, micronutrientes. Não são calorias vazias. 
 A grande virada de chave foi entender que a fome não é uma emergência médica. Às vezes é hábito. Às vezes é ansiedade. E aí entra a disciplina. COmer com hora, mastigar com calma, montar prato com proteínas suficientes (carne, ovos, frango, peixe), gordura boa (azeite, abacate, castanhas... ) e vegetais. Isso mantém saciedade por mais tempo. Estabiliza energia e reduz compulsão. 
  Àgua foi outro divisor de águas 
— literalmente. Muita gente confunde sede com fome. Aumentar o consumo de água melhora a digestão, circulação, disposição e até controle de apetite. Além disso, quando você come menos ultrapassados, o corpo retém menos líquidos. Resultado: Desincha. A estética muda rápido. 
 E falando em estética: rotina saudável é estética. Dormir melhor é estética. Pele melhora, olheiras reduzem e a postura muda. Autoestima sobe. Não é só balança, né? É como você ocupa o espaço no mundo.
 Mas aqui vai o ponto que muita gente ignora: atividade física naõ é opcional. Ela não serve só para "queimar calorias". Ela melhora sensibilidade à insulina, preserva massa muscular (fundamental em qualquer dieta), regula humor e reduz risco cardiovascular. 
 Treino de força é prioridade. Músculo é metabolicanente ativo. Quanto mais massa magra você mantém, mais eficiente seu corpo fica. Caminhada, musculação, treino funcional, bicicleta 
— escolha algo que você sustente. Não adianta fazer uma semana heroica e sumir por três meses. Precisa manter. 
 Agora a parte adulta da conversa: acompanhamento e exames. Dietas com jejum intermitente e low carv podem ser seguras, mas precisam de monitoramento, especialmente se a pessoa tem histórico de resistência à insulina, problemas hormonais ou alterações metabólicas.
 Exames importantes para acompanhar:
 
— Hemograma completo
 
— Glicemia de jejum
 
— Hemoglobina glicada (HbA1c)
 
— Perfil lipídio (colesterol total, HDL, LDL, triglicerídeos)
 
— TSH, T3 e T4 (função tireoidiana)
 
— Função hepática (TGO, TGP)
 
— Função renal (ureia, creatina)
 — Vitamina D
 — Vitamina B12
 — Ferro e Ferritina
 — Cortsol (em casos específicos)
 Nem pense que isso é paranoia. É responsabilidade. Seu corpo não é laboratório de experimento aleatório. 
  A verdade? O que me levou sair de 85KG para 70kG não foi motivação. Motivação falha. Foi estrutura. Foi decidir antes. Foi ter comida preparada, Foi entender que resultado vem de repetição. Foi aceitar que disciplina dói menos do que arrependimentos. 
 Devo ressaltar que, cada organismo tem seu próprio ritmo e capacidade. No meu caso, eu preferi emagrecer de forma responsável, sem negligenciar minha saúde, porque de nada vale perder peso e ficar doente. O que eu queria era mais qualidade de vida. 
 E tem mais uma coisa que quase ninguém fala: emagrecer é um processo mental. Você precisa mudar identidade. Parar de se ver como alguém "que vive tentando dieta" e começar a agir como alguém que cuida e respeita o próprio corpo, porque ele é a única casa permanente que você tem. 
 Jejum intermitente três vezes por semana. Low car todos os duas. Água suficiente. Movimento consistente. Sono decente. Exames em dia.
 Parece simples. Porque é. Mas simples não é fácil. E é exatamente por isso que funciona.
 No fim das contas, não foi sobre perder 15kg (em 1 ano e meio +ou-). Foi sobre ganhar controle. E controle, queridos, muda tudo 
— inclusive a forma com você se enxerga no espelhi e a forma como o mundo te enxerga de voltra.
 
 Faço os meus exames regularmente. Foco na qualidade de vida e na alimentação. Priorizo a paz, evitando o estresse desnecessário. Ocupo a mente com coisas que me dão prazer e relaxam. Tudo isso também faz uma enorme diferença no resultado. 
 Os ponteiros da balança andava instável. A perda e ganho de peso que não se estabilizava nem com reza poderosa, deu uma pausa e a balança e eu fizemos as pazes. 

Saúde: Colesterol

em quarta-feira, 17 de setembro de 2025

  

  Muita gente teme o tal colesterol, mas poucos sabem o que é exatamente e como ele afeta o organismo. 
  Colesterol é uma molécula gordurosa (um lipídio), que o nosso corpo produz naturalmente e também absorve de alguns alimentos. Ele é tipo o "tijolo químico" que o corpo usa para várias construções importantes: formar menbranas das células, produzir hormônios (como estrogênio, testosterona e costisol), fabricar vitamina D e criar bile (que ajuda na digestão de gordura).
  O problema é o desequilíbrio. Existem dois "times" principais:

  •   LDL (lipoproteína de baixa densidade): conhecimento como "colesterol ruim). Ele carrega colesterol do fígado para as molésculas, mas se sobrar no sangue, pode acumular nas paredes das artérias, formando placas e aumentando risco de infarto e AVC. 
  • HDL (lipoprotepina de alta densidade): o "colesterol bom". Ele faz a faxina levando o excesso de colesterol das células e artérias de volta para o fígado, onde será processado e eliminado. 
  Então, colesterol não é vilão por si só. Sem ele, a gente não estaria nem vivo. O risco aparece quando o LDL está alto e o HDL está baixo — como um condomínio onde só tem gente acumulando lixo e ninguém recolhendo. 

  O que fazer para baixar o colesterol? 
 
O primeiro passo não é correr para cortar tudo do prato ou entupir o armário de remédios. É entender onde está o desequilíbrio. 
  Geralmente o médico pede um exame chamado perfil lipídios (mostra LDL, HDL, triglicerídios e colesterol total). Com esse mapa em mãos, dá para saber como começar a agir.
 
  A sequência inicial costuma ser:
  1. Conversar sério com seu médico: Ele vai avaliar se seu caso é só ajuste no estilo de vida ou se já precisa de remédio (tipo estatina). Cada corpo responde diferente

  2. Olhar para a rotina, não só para a comida: Dormir nal, estresses e sedentarismo bagunçam tanto quanto gordura saturada. 

  3. Mexer a dieta aos poucos: A ideia não é cortar gordura totalmente (até porque precisamos dela), mas trocar:
  • Menos fritura, embutido, fast-food e gordura animal em excesso. 
  • Mais fibras (aveia, frutas, verduras, leguminosas), porque ajudam a eliminar colesterol.
  • Peixes, oleaginosas e azeite entram como aliados. 
  • Mexer o corpo. Exercício regular aumenta o HDL, o "bom". 
  • Definir um ponto de reavaliação. Geralmente 3 meses de mudanças já mostram diferença nos exames. 
  Em resumo: diagnóstico, ajuste de estilo de vida, depois reavaliação. 
  É tipo quando o computadir dá bug: primeiro você identifica o erro, depois faz uma limpeza no sistemam e só se não resolver, formata.

  Alimentos que ajudam a eliminar o colesterol ruim:
 Se a gente for direto ao ponto, existem alguns alimentos "super aliados" que ajudam a reduzir o colesterol ruim (LDL) e até aumentar o bom (HDL). A chave é fibras solúveus, gorduras boas e antioxidantes. 
  • Aveia e cevada: cheia de fibras solúveis que literalmente "varrem" o colesterol do intestino.
  • Frutas: maçã, pera, laranja e frutas vermelhas têm pectina, outra fibra que ajuda a reduzir o HDL. 
  • Leguminosas: feijão, lentilha, grão de bico... fibras + proteínas sem gordura ruim. 
  • Oleaginosas: amêndoas, nozes, castanhas; ajudam a aumentar o HDL e reduzem inflamações. 
  • Peixes gordurosos: salmão, sardinha, atum; ricos em ômega-3, diminuem triglicérides e inflamações nas artérias. 
  • Azeite de oliva: gordura boa que protege o coração. 
  • Chá verde: antioxidantes que ajudam no metabolismo do colesterol. 
  • Alimentos enriquecidos com esteróis/estanóis: algumas margarinas e iogurtes; esses compostos competem com o colesterol na absorção intestinal.
    E, claro, vale evitar excesso de gordura saturada e trans: frituras, fast-food, embutidos, manteiga en excesso... 

Levotiroxina emagrece?

em sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

 

Levotiroxina: O Que é e Para Que Serve?

A levotiroxina é um medicamento amplamente utilizado no tratamento do hipotireoidismo, uma condição na qual a glândula tireoide não produz hormônios tireoidianos em quantidade suficiente. Esses hormônios são essenciais para regular o metabolismo do corpo, influenciando a energia, temperatura e funções metabólicas gerais.

Participação no Emagrecimento

Embora a levotiroxina não seja um medicamento para emagrecer, algumas pessoas observam perda de peso durante o tratamento. Isso acontece porque o medicamento normaliza os níveis hormonais, restaurando o metabolismo a um estado equilibrado. Em indivíduos com hipotireoidismo, o metabolismo tende a ser mais lento, o que pode resultar em ganho de peso. Ao corrigir essa deficiência hormonal, a levotiroxina pode ajudar a reduzir o peso associado à retenção de líquidos e ao metabolismo lento. No entanto, em pessoas com função tireoidiana normal, o uso indevido do medicamento para emagrecer pode causar efeitos adversos graves.

Efeitos do Tratamento

Os efeitos do tratamento com levotiroxina incluem:

  • Melhora dos níveis de energia e disposição.

  • Regulação do metabolismo.

  • Redução do inchaço e retenção de líquidos.

  • Normalização do ritmo cardíaco e temperatura corporal.

Por outro lado, o uso inadequado ou excessivo da levotiroxina pode provocar efeitos colaterais, como palpitações, nervosismo, insônia, perda excessiva de peso, osteoporose e até arritmias cardíacas.

A Levotiroxina é Indicada para Emagrecer?

Não. A levotiroxina é indicada exclusivamente para tratar distúrbios da tireoide, como hipotireoidismo. Seu uso para fins estéticos ou para acelerar o metabolismo em pessoas saudáveis é contraindicado e perigoso. O uso indevido pode levar a um estado de hipertireoidismo induzido, com riscos sérios à saúde.

Dúvidas Comuns sobre a Levotiroxina e o Emagrecimento

  1. A levotiroxina ajuda a emagrecer?

    • Ela pode auxiliar na perda de peso apenas em pacientes com hipotireoidismo, ao restaurar o equilíbrio hormonal e metabólico.

  2. Posso tomar levotiroxina para acelerar o metabolismo?

    • Não. Pessoas com tireoide saudável não devem usar esse medicamento, pois pode causar sérios danos ao organismo.

  3. Quanto tempo leva para perceber os efeitos?

    • Os efeitos começam a ser percebidos após algumas semanas de uso, mas o ajuste completo pode levar meses e requer acompanhamento médico.

  4. Preciso de receita para comprar levotiroxina?

    • Sim, a levotiroxina só deve ser usada sob prescrição e supervisão médica.

Alimentos que devem ser evitados durante o tratamento con levotiroxina

Certos alimentos podem interferir na absorção da levotiroxina e devem ser evitados ou consumidos com moderação. Entre eles:

  • Soja e derivados: Podem reduzir a absorção do medicamento.

  • Alimentos ricos em fibras: Em excesso, podem dificultar a absorção.

  • Repolho, couve-flor e brócolis (crus): Contêm substâncias chamadas goitrogênicas, que podem interferir na função da tireoide.

  • Leite e laticínios: Podem atrapalhar a absorção se consumidos próximos ao horário da medicação.

  • Café e chá preto: Devem ser evitados no momento da ingestão do medicamento, pois podem reduzir sua eficácia.

  • Suplementos de ferro e cálcio: Precisam ser tomados em horários diferentes da levotiroxina, devido à interferência na absorção.

Alimentos que podem auxiliar no tratamento com levotiroxina

Por outro lado, alguns alimentos podem ser benéficos para a saúde da tireoide e auxiliar no tratamento:

  • Frutas e vegetais frescos: Ricos em antioxidantes e nutrientes essenciais.

  • Peixes e frutos do mar: Fontes de iodo e ácidos graxos ômega-3, importantes para a função tireoidiana.

  • Castanhas-do-pará: Ricas em selênio, que auxilia na conversão de hormônios tireoidianos.

  • Ovos: Fonte de iodo e selênio.

  • Grãos integrais: Fornecem energia e fibras sem excesso, promovendo o equilíbrio.

  • Alimentos ricos em zinco (carne, frango e sementes): Importantes para o funcionamento hormonal.

Como deve ser o tratamento.

O tratamento com levotiroxina é geralmente de uso contínuo e requer acompanhamento médico regular para ajustes na dosagem. A medicação deve ser tomada:

  • Em jejum, cerca de 30 a 60 minutos antes do café da manhã, para garantir melhor absorção.

  • Com um copo de água, evitando bebidas como café ou leite.

  • No mesmo horário todos os dias, para manter níveis estáveis no organismo.

  • Longe de suplementos de ferro, cálcio e antiácidos, que podem interferir na absorção.

O médico pode solicitar exames periódicos para monitorar os níveis hormonais e ajustar a dose, garantindo a eficácia do tratamento. É importante seguir as orientações médicas e relatar qualquer sintoma incomum.

Conclusão

A levotiroxina é um medicamento essencial para o tratamento do hipotireoidismo, restaurando funções metabólicas e hormonais. Embora possa resultar em perda de peso em casos de deficiência hormonal, seu uso não é indicado para emagrecimento em indivíduos com função tireoidiana normal. O acompanhamento médico é fundamental para garantir a eficácia e a segurança do tratamento.

Experiência minha

Descobri que tenho hipotiroidismo, e na verdade eu já desconfiava. Obtive um ganho de peso sem motivo aparente. Ou seja, não comia muito e minha alimentação sempre teve um cuidado especial, porque nem tudo meu organismo aceita. O grande mal da minha alimentação era refrigerante, especialmente Coca-cola. Fiquei viciada. Claro que tive que diminuir o consumo, e tem meses que não tomo sequer uma gota. Confesso que sinto falta, e quando tomo, é sempre ZERO!
Após a descoberta, já iniciei o tratamento e perdi 4kg. Tem dois meses de tratamento e isso já uma grande vitória. Mas tive que mudar toda a minha alimentação, evitar os alimentos que podem atrapalhar na absorção do hormônio que o levotiroxina propõe para restabelecer no organismo. Essa mudança pode incomodar um pouco no início, mas com um bom cronograma alimentar, organizando horários para consumir os alimentos X (que devem ser evitados ao máximo), em pouca quantidade, pode ajudar e muito. Foi o que eu fiz. Laticínios, soja e derivados, evito na parte da manhã. Café e chá preto, quando tomo, é sempre de manhã, mas em quantidade menor, e com adoçante. Alimentos crus, como brócolis, couve-flor, repolho, tenho evitado bastante, e quando consumo em menor quantidade. 
Devo ressaltar que um acompanhamento com o médico é sempre importante! Outra coisa que deve ser evitado é o açúcar, ele também pode atrapalhar na absorção do hormônio. Se puder optar por um adoçante de boa marca, é melhor. 

É isso, vamos nos cuidando e a vida flui melhor. 

Meus livros

Topo