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Por que o estresse engorda?

em quinta-feira, 12 de março de 2026

 
   Para entender a relação entre o cortisol e o peso, precisamos viajar no tempo. 
   Nosso corpo ainda opera com um "software" de milhares de anos atrás, projetado para a sobrevivência em ambiente hostis. 
  
  1. O cortisol: O alarme de incêndio do corpo.
  O cortisol é um hormônio produzido pelas glândulas adrenais. Sua função principal é nos preparar para uma situção de "luta ou fuga". Quando o cérebro detecta uma ameaça (seja um predador ou um prazo de entrega apertado no trabalho), o cortisol sobe para mobilizar energia rápida. 

  2. A cascata metabólica 
 Quando o cortisol entra na corrente sanguínea de forma crônica, ele desencadeia três passos principais que favorecem o ganho de peso:
  • Mobilização de glicose: O cortisol ordena que o fígado libere açúcar no sangue para que seus músculos tenham energia para "correr". Porém, como você está apenas sentado em frente ao computador, esse açúcar não é usado. 
  • O ciclo da insulina: Para lidar com esse excesso de açúcar no sangue, o corpo libera insulina, que é o hormônio de armazenamento. Ela pega esse açúcar e o estoca nas células de gosrdura. 
  • O "ímã de gordura abdominal: As células de gordura na região da barriga possuem mais receptores de cortisol do que em outras partes do corpo. Isso explica por que o estresse tende a aumentar especificamente a circurferência abdominal. 
  3. A fome seletiva (Hedônica)
  O cortisol não muda apenas como você estoca gordura, mas também o que você deseja comer. Ele desativa temporariamente o córtex pré-frontal (a parte racional do cérebro) e hiperativa a amígdala (o centro emocional, que alerta para o perigo). 
 O resultado? Você não sente vontade de comer uma salada. O cérebro pede alimentos hiperpalatáveis (ricos em açúcar e gordura), pois eles fornecem sensação imediata de conforto e "segurança" qupimica contra o estresse percebido. 

 
4. O efeito dominó: Metabolismo e Sono
  O excesso de cortisol é um inimigo do sono reparador. Sem sono de qualidade, os hormônios da saciedade e da fome entram em colapso:
  • Grelina sobe: Você sente mais fome
  • Lepdina desce: Você demora mais para se sentir satisfeito. 
   O metabolismo, sentindo que você está em "estado de emergência", começa a poupar energia. É aqui que muitas pessoas dizem: "Estou comendo pouco e malhando muito, mas não emagreço". O corpo está protegendo suas reservas para uma suposta cruse que nunca termina. 
  
  Como quebrar o ciclo?
  Tratar o ganho de peso por estresse exige uma abordagem diferenre de uma dieta comum:
  1. Regulação do sistema nervoso: Práticas que ativem o nervo vago (como respiração profunda e meditação) sinalizam ao cérebro que a "ameaça" passou. 
  2. Higiene do sono: É impossível baixar o cortisol cronicamente sem dormir bem. 
  3. Exercício inteligente: Excercícios de altíssima intensidade em momentos de pico de estresse podem, paradoxalmente, elevar ainda mais o cortisol. Às vezes, uma caminhada leve ou ioga é mais eficaz para o emagrecimento do que um treino exaustivo. 
  Resumindo:
  O corpo não engorda por "falta de vontade", mas por um protocolo de segurança biológica. Para perder peso em tempos de estresse, o segredo não é lutar contra o corpo, mas convencê-lo de que está tudo seguro. 

Eliminar de vez 15kg. Como fazer acontecer?

em quarta-feira, 4 de março de 2026

 
  
É inmportante falar sobre isso, de foema honesta e totalmente transparente. 
  Eu saí de 85kg para 70kg carregando a responsabilidade com o meu corpo e com a balança, que me acompanha diariamente como um lembrete de que eu preciso cuidar não só da estética, mas da saúde física e mental.
 Mas como eu fiz isso em quase dois anos? Você quer a versão mais honesta possível? Não foi milagroso. Não foi "secou em 7 dias". Foi estratégia + constância+ ciência básica aplicada na vida real. 
 Eu saí de 85kg para 7og fazendo três coisas muito simples, e absurdamente difíceis para quem vive no piloto automático: jejum intermitente três vezes por semana, low carb todos os dias e disciplina com água e rotina. Parece pouco, mas é exatamente aí que mora o poder. 
 Vamos começar pelo JI (
jejum intermitente). Não é passar fome. É organizar o horário de comer. Três dias por semana eu faço protocolo como 16/8 (16 horas em jejum, 8 horas de alimentação equilibrada). Durante o jejum:
 * café sem açúcar (com adoçante);
 * chás (de preferência de efeitos calmantes e diuréticos);
 * água. Muita água.
 * Sucos naturais de frutas com adoçante.
 O objetivo não é "matar o metabolismo". É permitir que o corpo use energia armazenada. Quando você passa horas sem ingerir calorias, a inslina (
o hormônio que armazena) gordura  diminui. Com a insulina mais baixa, o corpo tem mais facilidade para acessar gordura como combustível. Isso não é mágica, é bioquímica básica. 
 Mas o jejum sozinho não sustenta resultado se você quebra ele com pão branco, doce e refrigerante. Aí entra o low carb. 
  Low carb não é zero carboidrato. É inteligência alimentar. Eu reduzi drasticamente o carboidratos simples (
aqueles que viram açúcar no sangue muito rápido). Exemplos clássicos: pão branco, açúcar refinado, bolos, biscoitos, massas feitas com farinha branca, refrigerantes, sucos industrializados.
 No lugar disso, dei prioridade aos carboidratos complexos. Eles têm fibras, digestão mais lenta, maior saciedade e menor pico de glicose. Alguns exemplos práticos:
 * Batata-doce
 * Mandioca (com moderação)
 * Inhame
 * Arroz integral
 * Quinoa
 * Aveia
 * Lentilha
 * Grão-de-bico
 * Feijão
 * Ervilha
 * Abóbora
 * Milho
 * Pão 100% integral (de verdade, não o "colorido")
Percebe a diferença? São alimentos que alimentam de verdade. Têm fibras, micronutrientes. Não são calorias vazias. 
 A grande virada de chave foi entender que a fome não é uma emergência médica. Às vezes é hábito, até a ansiedade. E aí entra a disciplina. Comer com hora, mastigar com calma, montar prato com proteínas suficientes (carne, ovos, frango, peixe), gordura boa (azeite, abacate, castanhas... ) e vegetais. Isso mantém saciedade por mais tempo. Estabiliza energia e reduz compulsão. 
  Àgua foi outro divisor de águas,
 literalmente. Muita gente confunde sede com fome. Aumentar o consumo de água melhora a digestão, circulação, disposição e até controle de apetite. Além disso, quando você come menos ultrapassados, o corpo retém menos líquidos. Resultado: Desincha. A estética muda rápido. 
 E falando em estética: rotina saudável é estética. Dormir melhor é estética. Pele melhora, olheiras reduzem e a postura muda. Autoestima sobe. Não é só balança, né? É como você ocupa o espaço no mundo.
 Mas aqui vai o ponto que muita gente ignora: atividade física não é opcional. Ela não serve só para "queimar calorias". Ela melhora sensibilidade à insulina, preserva massa muscular (fundamental em qualquer dieta), regula humor e reduz risco cardiovascular. 
 Treino de força é prioridade. Músculo é metabolicanente ativo. Quanto mais massa magra você mantém, mais eficiente seu corpo fica. Caminhada, musculação, treino funcional, bicicleta. E
scolha algo que você sustente. Não adianta fazer uma semana heroica e sumir por três meses. Precisa manter. 
 Agora a parte adulta da conversa: acompanhamento e exames. Dietas com jejum intermitente e low carv podem ser seguras, mas precisam de monitoramento, especialmente se a pessoa tem histórico de resistência à insulina, problemas hormonais ou alterações metabólicas.
 Exames importantes para acompanhar:
 
— Hemograma completo
 
— Glicemia de jejum
 
— Hemoglobina glicada (HbA1c)
 
— Perfil lipídio (colesterol total, HDL, LDL, triglicerídeos)
 
— TSH, T3 e T4 (função tireoidiana)
 
— Função hepática (TGO, TGP)
 
— Função renal (ureia, creatina)
 — Vitamina D
 — Vitamina B12
 — Ferro e Ferritina
 — Cortsol (em casos específicos)
 Nem pense que isso é paranoia. É responsabilidade. Seu corpo não é laboratório de experimento aleatório. 
  A verdade? O que me levou sair de 85KG para 70kG não foi motivação. Motivação falha. Foi estrutura. Foi decidir antes. Foi ter comida preparada, Foi entender que resultado vem de repetição. Foi aceitar que disciplina dói menos do que arrependimentos. 
 Devo ressaltar que, cada organismo tem seu próprio ritmo e capacidade. No meu caso, eu preferi emagrecer de forma responsável, sem negligenciar minha saúde, porque de nada vale perder peso e ficar doente. O que eu queria era mais qualidade de vida. 
 E tem mais uma coisa que quase ninguém fala: emagrecer é um processo mental. Você precisa mudar identidade. Parar de se ver como alguém "que vive tentando dieta" e começar a agir como alguém que cuida e respeita o próprio corpo, porque ele é a única casa permanente que você tem. 
 Jejum intermitente três vezes por semana. Low car todos os duas. Água suficiente. Movimento consistente. Sono decente. Exames em dia.
 Parece simples. Porque é. Mas simples não é fácil. E é exatamente por isso que funciona.
 No fim das contas, não foi sobre perder 15kg (em 1 ano e meio +ou-). Foi sobre ganhar controle. E controle, queridos, muda tudo. I
nclusive a forma com você se enxerga no espelhi e a forma como o mundo te enxerga de voltra.
 
 Faço os meus exames regularmente. Foco na qualidade de vida e na alimentação. Priorizo a paz, evitando o estresse desnecessário. Ocupo a mente com coisas que me dão prazer e relaxam. Tudo isso também faz uma enorme diferença no resultado. 
 Os ponteiros da balança andava instável. A perda e ganho de peso que não se estabilizava nem com reza poderosa, deu uma pausa e a balança e eu fizemos as pazes. 

Saúde: Colesterol

em quarta-feira, 17 de setembro de 2025

  

  Muita gente teme o tal colesterol, mas poucos sabem o que é exatamente e como ele afeta o organismo. 
  Colesterol é uma molécula gordurosa (um lipídio), que o nosso corpo produz naturalmente e também absorve de alguns alimentos. Ele é tipo o "tijolo químico" que o corpo usa para várias construções importantes: formar menbranas das células, produzir hormônios (como estrogênio, testosterona e costisol), fabricar vitamina D e criar bile (que ajuda na digestão de gordura).
  O problema é o desequilíbrio. Existem dois "times" principais:

  •   LDL (lipoproteína de baixa densidade): conhecimento como "colesterol ruim). Ele carrega colesterol do fígado para as molésculas, mas se sobrar no sangue, pode acumular nas paredes das artérias, formando placas e aumentando risco de infarto e AVC. 
  • HDL (lipoprotepina de alta densidade): o "colesterol bom". Ele faz a faxina levando o excesso de colesterol das células e artérias de volta para o fígado, onde será processado e eliminado. 
  Então, colesterol não é vilão por si só. Sem ele, a gente não estaria nem vivo. O risco aparece quando o LDL está alto e o HDL está baixo — como um condomínio onde só tem gente acumulando lixo e ninguém recolhendo. 

  O que fazer para baixar o colesterol? 
 
O primeiro passo não é correr para cortar tudo do prato ou entupir o armário de remédios. É entender onde está o desequilíbrio. 
  Geralmente o médico pede um exame chamado perfil lipídios (mostra LDL, HDL, triglicerídios e colesterol total). Com esse mapa em mãos, dá para saber como começar a agir.
 
  A sequência inicial costuma ser:
  1. Conversar sério com seu médico: Ele vai avaliar se seu caso é só ajuste no estilo de vida ou se já precisa de remédio (tipo estatina). Cada corpo responde diferente

  2. Olhar para a rotina, não só para a comida: Dormir nal, estresses e sedentarismo bagunçam tanto quanto gordura saturada. 

  3. Mexer a dieta aos poucos: A ideia não é cortar gordura totalmente (até porque precisamos dela), mas trocar:
  • Menos fritura, embutido, fast-food e gordura animal em excesso. 
  • Mais fibras (aveia, frutas, verduras, leguminosas), porque ajudam a eliminar colesterol.
  • Peixes, oleaginosas e azeite entram como aliados. 
  • Mexer o corpo. Exercício regular aumenta o HDL, o "bom". 
  • Definir um ponto de reavaliação. Geralmente 3 meses de mudanças já mostram diferença nos exames. 
  Em resumo: diagnóstico, ajuste de estilo de vida, depois reavaliação. 
  É tipo quando o computadir dá bug: primeiro você identifica o erro, depois faz uma limpeza no sistemam e só se não resolver, formata.

  Alimentos que ajudam a eliminar o colesterol ruim:
 Se a gente for direto ao ponto, existem alguns alimentos "super aliados" que ajudam a reduzir o colesterol ruim (LDL) e até aumentar o bom (HDL). A chave é fibras solúveus, gorduras boas e antioxidantes. 
  • Aveia e cevada: cheia de fibras solúveis que literalmente "varrem" o colesterol do intestino.
  • Frutas: maçã, pera, laranja e frutas vermelhas têm pectina, outra fibra que ajuda a reduzir o HDL. 
  • Leguminosas: feijão, lentilha, grão de bico... fibras + proteínas sem gordura ruim. 
  • Oleaginosas: amêndoas, nozes, castanhas; ajudam a aumentar o HDL e reduzem inflamações. 
  • Peixes gordurosos: salmão, sardinha, atum; ricos em ômega-3, diminuem triglicérides e inflamações nas artérias. 
  • Azeite de oliva: gordura boa que protege o coração. 
  • Chá verde: antioxidantes que ajudam no metabolismo do colesterol. 
  • Alimentos enriquecidos com esteróis/estanóis: algumas margarinas e iogurtes; esses compostos competem com o colesterol na absorção intestinal.
    E, claro, vale evitar excesso de gordura saturada e trans: frituras, fast-food, embutidos, manteiga en excesso... 

Fórmula para Emagrecimento Sustentável

em quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

 

Antes de seguir essa fórmula, é importante que você esteja em dia com seus exames. E, se possível, com um acompanhamento com um médico. Essa é a fórmula que criei, baseada no que aprendi com toda a experiência com emagrecimento e cuidados com a saúde. 

Recentemente, descobri que tenho uma disfunção na tireóide e outros problemas de saúde. Além do tratamento hormonal, estou seguindo essa fórmula, que foca nas necessidades calóricas e na real saciedade, sem ultrapassar o limite do que o corpo realmente precisa. Você faz os cálculos e descobre o que precisa estar consumindo mais e consumindo menos, e até o que precisa ser cortado. 

Base: Déficit Calórico + Hábitos Saudáveis

  1. Calcule seu Déficit Calórico:

    • Taxa Metabólica Basal (TMB): Use a fórmula de Harris-Benedict para estimar as calorias necessárias para manter o peso.
      • Homens: TMB = 88,36 + (13,4 × peso em kg) + (4,8 × altura em cm) − (5,7 × idade em anos)
      • Mulheres: TMB = 447,6 + (9,2 × peso em kg) + (3,1 × altura em cm) − (4,3 × idade em anos)
    • Multiplique a TMB pelo seu nível de atividade física:
      • Sedentário: 1,2
      • Levemente ativo: 1,375
      • Moderadamente ativo: 1,55
      • Muito ativo: 1,725
    • Crie um déficit de 500-750 calorias por dia para perder 0,5 a 1 kg por semana. Não mais que isso, para que o seu corpo não perca proteínas, nem massa muscular, e passe a reservar energia suficiente. 
  2. Composição da Dieta:

    • Proteínas: 1,6-2,2 g por kg de peso corporal (ajuda na saciedade e na preservação de massa muscular).
    • Carboidratos: Prefira fontes integrais (arroz integral, aveia, batata-doce).
    • Gorduras: 20-35% das calorias diárias, focando em gorduras boas (abacate, azeite, nozes).
    • Fibras: 25-30 g por dia, para ajudar na saciedade e saúde intestinal.
    • Hidratação: Beba pelo menos 2 litros de água por dia.
  3. Estratégias Nutricionais:

    • Faça refeições regulares para evitar compulsão alimentar.
    • Inclua vegetais em todas as refeições.
    • Evite alimentos processados, ricos em açúcar e gorduras saturadas.
  4. Exercício Físico:

    • Cardio: 150-300 minutos de atividade aeróbica moderada por semana (ex.: caminhada, corrida, bicicleta).
    • Treinamento de Força: 2-3 vezes por semana para manter ou ganhar massa muscular.
    • Atividade Geral: Aumente o número de passos diários (meta: 8.000-10.000).
  5. Sono e Redução de Estresse:

    • Dormir 7-9 horas por noite ajuda a regular hormônios que controlam o apetite (leptina e grelina).
    • Pratique meditação ou técnicas de relaxamento para reduzir o estresse, que pode levar a compulsões alimentares.
  6. Monitoramento e Ajustes:

    • Use um aplicativo para registrar alimentos e exercícios.
    • Ajuste calorias e atividades conforme necessário, baseado no progresso (peso, medidas corporais e energia).

Exemplo de Fórmula Diária:

  • Café da Manhã: Omelete de claras com espinafre + uma fatia de pão integral + café sem açúcar.
  • Lanche: Uma maçã + 10 amêndoas.
  • Almoço: Frango grelhado + 1 xícara de quinoa + salada colorida com azeite.
  • Lanche da Tarde: Iogurte natural com chia.
  • Jantar: Peixe grelhado + purê de couve-flor + legumes assados.
  • Ceia (opcional): Chá de camomila ou proteína em pó com água.

Como Funciona a Fórmula de Emagrecimento e Por Que Ela É Eficaz

A fórmula apresentada combina princípios comprovados da ciência nutricional e fisiológica para promover a perda de peso de maneira saudável e sustentável. Em sua essência, ela funciona com base no déficit calórico, ou seja, consumindo menos calorias do que o corpo gasta diariamente. Além disso, integra hábitos saudáveis que auxiliam na regulação do metabolismo, controle do apetite e melhora geral da saúde.

1. O Déficit Calórico como Base

O emagrecimento ocorre quando o corpo gasta mais energia do que consome, forçando-o a usar suas reservas de gordura como fonte de combustível. A fórmula começa com o cálculo da Taxa Metabólica Basal (TMB), que indica a quantidade de calorias que o corpo necessita para funções vitais como respiração e circulação. Ao adicionar o gasto com atividades físicas e subtrair cerca de 500-750 calorias, cria-se um déficit que resulta em uma perda de peso constante e segura de aproximadamente 0,5 a 1 kg por semana.

Por que funciona?

  • Reduz o excesso de gordura corporal de forma gradual, evitando perdas bruscas de massa muscular ou energia.
  • É um método sustentável, pois respeita as necessidades energéticas do corpo.

2. Composição da Dieta

A dieta não é baseada em restrições extremas, mas sim no equilíbrio entre macronutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais).

  • Proteínas: Preservam a massa muscular durante a perda de peso, aumentam a sensação de saciedade e exigem mais energia para serem digeridas (efeito térmico).
  • Carboidratos Integrais: Fornecem energia sustentada e previnem quedas bruscas de açúcar no sangue que podem causar fome excessiva.
  • Gorduras Saudáveis: Regulam hormônios essenciais, incluindo os ligados ao controle do apetite.
  • Fibras: Promovem saciedade e saúde intestinal, ajudando a regular o metabolismo.

Por que funciona?

  • Mantém o corpo nutrido e satisfeito, reduzindo o risco de compulsões alimentares.
  • Garante energia para atividades físicas e tarefas do dia a dia.

3. A Importância do Exercício Físico

O plano inclui atividades físicas que maximizam o gasto calórico e mantêm ou aumentam a massa muscular. O treinamento de força (como musculação) é especialmente importante porque a perda de peso sem exercícios pode levar à redução de massa magra, o que desacelera o metabolismo. Já o cardio ajuda a aumentar o gasto calórico diário.

Por que funciona?

  • O exercício promove a queima de gordura ao mesmo tempo em que preserva a massa muscular.
  • Aumenta a sensibilidade à insulina, otimizando o uso de carboidratos.
  • Melhora a saúde cardiovascular e o humor, aumentando a motivação para seguir o plano.

4. Sono e Redução do Estresse

O sono inadequado e o estresse aumentam a produção de cortisol, um hormônio que pode dificultar a perda de peso ao estimular o armazenamento de gordura, especialmente na região abdominal. Dormir o suficiente e encontrar maneiras de relaxar ajudam a equilibrar hormônios como leptina e grelina, que regulam a fome e a saciedade.

Por que funciona?

  • Reduz gatilhos para comportamentos alimentares impulsivos.
  • Promove um metabolismo mais eficiente e energia constante.

5. Monitoramento e Ajustes

A autoavaliação regular é parte essencial do processo. Monitorar o peso, medidas corporais e a ingestão calórica permite identificar o que está funcionando e ajustar a fórmula conforme necessário.

Por que funciona?

  • Permite personalizar o plano, levando em consideração variações metabólicas individuais.
  • Ajuda a manter a motivação ao visualizar o progresso.

Por Que Essa Fórmula É Eficaz

Essa abordagem se destaca por não ser uma solução de curto prazo ou baseada em modismos. Em vez disso, ela:

  • Foca no equilíbrio: Não elimina grupos alimentares, promovendo uma nutrição completa.
  • É sustentável: Resultados gradativos evitam o efeito sanfona e promovem mudanças permanentes no estilo de vida.
  • Atende ao corpo como um todo: Além da perda de peso, melhora a saúde geral, a disposição e a autoestima.

Ao integrar esses elementos, a fórmula de emagrecimento não apenas ajuda a atingir o peso desejado, mas também ensina hábitos que podem ser mantidos por toda a vida.

Opções de Jejum Intermitente e métodos.

em sexta-feira, 15 de novembro de 2024

 
É sabido, atualmente, que há várias opções de jejum e métodos (dias de dieta restritivas e dias de dieta liberada). Mas o que poucos sabem é que existe também os mais adequados para as mulheres com mais de 40 anos, acima de 70 kg. 
Vamos começar com as opções de Jejum Intermitente. 

1. Método 12/12 (Início suave, para iniciantes)
Como funciona:
Você come dentro de uma janela de 12 horas e jejua por outras 12. Por exemplo,poe comer das 8h ás 20h.
Por que pode funcionar bem: Esse é um jejum mais leve e fácil de adaptar, especialmente para quem está começando. Também tem menos impacto no humor e nos níveis de energia,o que pode ajudar a manter o hábito. Ele ainda permite um período significativo de jejum, mais é flexível o suficiente para manter refeições regulares. 

2. Método 14/10 ou 16/8 (Progressão gradual).
Como funciona: No 14/10, você come dentro de uma janela de 10 horas e jejua por 14. No 16/8, por come dentro de uma janela de 8 horas e jejua por 16.
Por que pode funcionar bem: Após algumas semanas com o método 12/12, você pode progredir para 14/10 e, eventualmente, para o 16/8, caso sinta-se confortável. O 16/8 é muito popular porque oferece uma janela de alimentação mais restrita (por exemplo, das 12 às 20h), o que pode ajudar a controlar a ingestão calórica sem ser tão rígido. 

3. Método 5:2 (flexível e eficiente)
Como funciona: Nesse método, você faz uma restrição calórica mais intensa (aproxidamente 500 a 600 calorias) em dois dias não consecutivos da semana e come normalmente nos outros cinco dias. 
Por que pode funcionar bem: Essa abordagem permite que você mantenha refeições regulares e jejue apenas duas vezes por semana, o que pode ser mais fácil para quem prefere manter a uma rotina de alimentação mais tradional. Poder uma boa opção se o jejum diário for um desafio para você.

Qual escolher?

Para você que tem de 70kg a 80kg, mais de 40 anos, um bom ponto de partida seria o método 12/12. Ele é simples, e muitas pessoas conseguem aderir sem sentir uma grande diferença no começo. Se você se adaptar bem, pode evoluir para o 14/10 ou 16/8. Outra opção é o método 5:2 se preferir restringir em dias específicos, como nos finais de semanas, por exemplo. 

Dicas para o jejum

Hidrate-se bem durante o período de jejum, consumindo água, chás sem açúcar e, se quiser, café sem adoçante.
Priorize alimentos nutritivos na janela de alimentação, com proteínas, gorduras saudáveis, fibras e muitos vegetais, o que ajuda a manter saciedade e a controlar o peso. 
Seja paciente com o processo. Nas primeiras semanas, é normal sentir fome no início do jejum, mas isso tende a diminuir com o tempo à medida que o corpo se adapta. 

Lembre-se de acompanhar como se sente ao longo do tempo e de procurar ajuda profissional se notar algum desconforto ou desequilíbrio.

Como eu sempre aconselho: procure um especialista, faça exames regulares de rotina, e verifique sua tireóide também. Fazer um acompanhamento da sua saúde é o passo mais importante de qualquer dieta que escolha fazer, ok?

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